terça-feira, 17 de março de 2009
Cancro
Manuel Condenado vai tentar quarto mandato
Manuel João Condenado, 54 anos, professor do ensino básico e filiado no PCP, cumpriu, antes de ser presidente, dois mandatos como vereador naquele município e integrou a Assembleia Municipal de Vila Viçosa.
O actual presidente do município calipolense integra ainda o Conselho Directivo da Associação de Municípios do Distrito de Évora e a Comissão Política Concelhia de Vila Viçosa do PCP.
O cabeça de lista da CDU à Assembleia Municipal é o actual presidente daquele órgão autárquico, Manuel Talhinhas.
Manuel Alfredo Talhinhas, 62 anos, professor de geografia, aposentado, é presidente da Assembleia Municipal de Vila Viçosa desde 2002.
O PSD anunciou já que o sociólogo José Palma Rita, 44 anos, antigo delegado regional do Alentejo do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), é o candidato do partido à presidência do município local.
O executivo da Câmara Municipal de Vila Viçosa é composto por três eleitos da CDU e dois do PS.
No distrito de Évora, com 14 concelhos, o PS lidera sete autarquias (Évora, Portel, Reguengos de Monsaraz, Alandroal, Estremoz, Mourão e Borba).
Já a CDU tem seis (Arraiolos, Montemor-o-Novo, Vendas Novas, Mora, Viana do Alentejo e Vila Viçosa), enquanto que o município de Redondo é liderado por independentes.
O PSD não lidera qualquer Câmara Municipal no distrito de Évora.
segunda-feira, 16 de março de 2009
Para os Calipolenses que estão na zona de Lisboa

domingo, 15 de março de 2009
Mais uma Vila Viçosa
Por terras do ducado...

As inscrições são gratuitas e a Câmara Municipal cede aos interessados conjuntos compostos por vaso, suporte metálico, terra e plantas. As inscrições deverão ser formalizadas na Divisão de Ambiente e Serviços Urbanos da Câmara Municipal de Vila Viçosa, entre 2 de Fevereiro e 13 de Março, onde os interessados poderão obter quaisquer esclarecimentos.
A cerimónia pública da entrega terá lugar durante o mês de Novembro, em data a anunciar.
quarta-feira, 11 de março de 2009
Por Vila Viçosa!!!!
Em defesa dos superiores interesses de Vila Viçosa, venho a título pessoal, associar-me à AJDJ e ao PSD Vila Viçosa e pedir a todos os Calipolenses, mas a todos mesmo, assim como a todos os que visitem este blogue e que gostem de Vila Viçosa, que assinem a petição abaixo assinalada para ajudar aos interesses de Vila Viçosa, da Zona dos Mármores e do Alentejo! A petição está aqui e irá estar em destaque nos próximos tempos aqui na Tasca Real!
Peço-vos também divulguem esta situação por todos os vossos contactos via e-mail!
Irresistível
terça-feira, 10 de março de 2009
Partido Socialista de Vila Viçosa em jantar convívio
No passado dia 13 de Fevereiro de 2009 a Comissão Política Concelhia aprovou os Cabeças de Lista aos vários Órgãos Autárquicos, de acordo com a alínea d), do artigo 41.º dos Estatutos do Partido Socialista, a saber:
Assembleia Municipal Geraldo Jesus Gazimba Simão
Câmara Municipal Luís Caldeirinha Roma
Junta de Freguesia de Conceição António Virgílio Gazimba Simão
Junta de Freguesia de S. Bartolomeu Maria Filomena Trindade Ramos
Junta de Freguesia de Bencatel Paulo Jorge das Mercês Serra
Junta de Freguesia de Ciladas Armando Mira dos Reis
Junta de Freguesia de Pardais António José Calado Peixoto
Nesta senda, temos a honra de convidar V. Exa., a participar no jantar convívio que se realizará no próximo dia 4 de Abril no quartel dos Bombeiros Voluntários de Vila Viçosa com início às 19 h:30 m, reforçando assim o apoio a esta lista.
O preço será de:
- maiores de 12 anos € 12,50
- entre os 6 e os 12 anos € 6,00
- até aos 6 anos grátis;
A confirmação deverá ser efectuada até dia 27 de Março para os seguintes contactos:
Francisco Chagas: 966455188
Geraldo Gazimba Simão: 964439988
Ricardo Barros: 962471787
Certos de que nos irá conceder a honra da sua presença, rogamos que se faça acompanhar pelos seus familiares e amigos, como dizia o poeta e cantor José Afonso:
“Em terras/Em todas as fronteiras/Seja benvindo quem vier por bem/(…)/Trá-lo contigo também”
Contamos consigo para nos apoiar neste momento decisivo para o futuro do concelho!
De V.ª Exa.,
Atenciosamente
O Secretariado do Partido Socialista da Concelhia de Vila Viçosa
segunda-feira, 9 de março de 2009
Centro Cultural e Recreativo Vila Viçosa

Baile da Pinha em Redondo

domingo, 8 de março de 2009
Dia da Mulher

terça-feira, 3 de março de 2009
Autarquicas 2009 - PS
«Aos treze dias do mês de Fevereiro de dois mil e nove, pelas vinte e duas horas, na sede do Partido Socialista em Vila Viçosa, realizou-se uma reunião da Comissão Politica Concelhia, convocada pelo seu Presidente, Francisco Chagas, ao abrigo no n.º 1, do artigo 42.º, dos Estatutos do Partido Socialista, com a seguinte ordem de trabalhos:
1. Apreciação da situação Politica;
2. Candidaturas aos órgãos autárquicos – Eleições Autárquicas 2009 (alínea d), do artigo 41.º dos Estatutos do Partido Socialista);
3. Outros assuntos de interesse.
Ponto 2. Candidaturas aos órgãos autárquicos – Eleições Autárquicas 2009 (alínea d), do artigo 41.º dos Estatutos do Partido Socialista)
Pelo Secretariado foi apresentada a lista dos Candidatos pelo Partido Socialista ás Eleições Autárquicas de 2009, que se passa a descrever:
ASSEMBLEIA MUNICIPAL - Geraldo Jesus Gazimba Simão
CÂMARA MUNICIPAL - Luís Caldeirinha Roma
JUNTA DE FREGUESIA DE CONCEIÇÃO - António Virgílio Gazimba Simão
JUNTA DE FREGUESIA DE S. BARTOLOMEU - Maria Filomena Trindade Ramos
JUNTA DE FREGUESIA DE BENCATEL - Paulo Jorge das Mercês Serra
JUNTA DE FREGUESIA DE CILADAS - Armando Mira dos Reis
JUNTA DE FREGUESIA DE PARDAIS - António José Peixoto
Foram tecidas algumas considerações por todos os elementos presentes. Das considerações prestadas foram aceites os nomes propostos.
Esta acta vai ser assinada por todos os elementos presentes na Reunião.»
Qual o pior Presidente de Câmara do Distrito de Évora?
Assim sendo, Manuel Condenado, Presidente da Câmara Municipal de Vila Viçosa foi eleito o pior Presidente de Câmara do Distrito de Évora com 48%, tendo José Ernesto de Oliveira, Presidente da Câmara Municipal de Évora ficado em segundo lugar com 22% e no último lugar do pódio ficou José Figueira, Presidente da Câmara Municipal de Vendas Novas com 10% dos votos.
A questão que aqui fica é, será que a votação exprime a opinião dos Calipolenses, o também dos restantes cidadãos do Distrito de Évora que têm visto Vila Viçosa a ficar cada vez mais trás em relação aos outros concelhos do nosso distrito?!?!
domingo, 1 de março de 2009
Outra Vila Viçosa?!?!
Fiquei que... digamos surpreendido por esta novidade, pois localidade de nome parecido com o de Vila Viçosa, apenas conhecia Aldeia Viçosa no concelho e distrito da Guarda... O blogue já está linkado na vossa direita, fica em seguida uma breve resenha histórica de Vila Viçosa e da freguesia de Espiunca...
Deixo também aqui a sugestão, e irei tentar fazer chegar a sugestão às Câmaras Municipais de Vila Viçosa e de Arouca, às Assembleias Municipais de Vila Viçosa e Arouca e às Juntas de Freguesia de Conceição, São Bartolomeu e Espiunca, para que aconteça uma geminação entre ambas "Vilas Viçosas", que penso ser de todo o interesse, depois das geminações as espanholas "Villaviciosas"... Irei também tentar entrar em contacto com o autor do blogue Vila Viçosa - Paraíso do Vale de Paiva para tentar saber algo mais sobre Vila Viçosa.
«O nome de Espiunca é derivado de Spelunca, que significa cova ou gruta, nome apropriado ao local onde está localizada a sua Igreja Matriz. A freguesia é atravessada pelo Rio Paiva, ficando na margem direita o lugar de Cornes que, por volta de 1890, passou a chamar-se Vila Viçosa.
Os moradores do lugar de Cornes, por considerarem esse nome pejorativo, manifestara, durante muito tempo, o desejo de mudar o nome da terra para Vila Viçosa, pretensão que mais tarde veio a ser aceite oficialmente.
Por volta de 1890 foram reorganizadas as matrizes prediais, tendo sido encarregado desse serviço, neste lugar, o amanuense da Fazenda Pública, Ernesto Pinto Ferreira, mais tarde escrivão – notário, para mudar o nome do lugar nos livros das respectivas matrizes para Vila Viçosa e assim se ficou a chamar, de forma definitiva, a Vilia de Cornias, que o rei conquistador havia de doar a Afonso Pelaiz.
Conforme referia o ilustre investigador arouquense Simões Junior, in “ Arouca – subsídios para a sua monografia “, o lugar de Vila Viçosa, que pelo Cadastro da População do Reino, de 1527, pertencia à freguesia de Souselo, do concelho de Sanfins, extinto em 24 de Outubro de 1855, passou para a freguesia de Espiunca que, por sua vez, tendo pertencido ao vizinho concelho de Paiva e comarca de Barcelos, por volta de 1750 foi anexada ao concelho de Alvarenga.
Pelo Censo de 1527, o lugar de Vila Viçosa tinha 12 fogos e 48 moradores e a freguesia de Espiunca 17 fogos e 68 moradores, passando em 1767, a ter 300 moradores e, em 1950 a ter 197 fogos e com mais de 800 habitantes.
Sabe-se que, D. Afonso Henriques, 1º Rei de Portugal, deu a 24 de Abril de 1139, a Afonso Pelaiz e sua mulher Maria Afonso, um Reguengo na “ Vilia de Cornias “ - ( Vila Viçosa ), conforme prova Carta de Doação, que o ilustre arouquense reproduziu na sua monografia.
No lugar da Espiunca, sede da freguesia, consta-se que terá existido um Mosteiro que acolhia um grupo de freiras, que em 1189 tinha por Prioresa Elvira Mendes, que deu uma herdade a João Guilherme e seu sobrinho Martinho Pedro que, pela morte de ambos, ficava livre do encargo da Condutaria, termo que significava todas as iguarias que se comem com o pão, normalmente chamado de conduto.
Não se sabe quando foi fundado este Mosteiro, e muito menos por quem, mas a sua existência é afirmada por Caetano do Amaral, na sua Memória V; João Pedro Ribeiro transcreve o documento da doação e Gama Barros localiza-a no ano de 1199.
A Igreja de S. Martinho da Espiunca incendiou-se em 1794 e tendo sido visitada em 7 de Maio do mesmo ano, pelo Bispo Píncio, este ordenou que os monjes beneditinos, seus padroeiros, a restaurassem, como era sua obrigação; em 30 de Abril de 1800 foi novamente visitada, desta vez pelo representante do Bispo, o Reitor de Santo Erício, que verificando que os beneditinos não tinham feito coisa alguma, "lamentou o que se passava, ordenando uma finta voluntária para a reedificação da Igreja", que se concretizou em 1806, mas a sua má construção levou-a rapidamente à ruína pelo que, por volta de 1945, o então pároco local, Padre Adriano Moreira, se viu na necessidade de construir uma nova.
Na época dos forais novos, a freguesia de Espiunca pertencia ao concelho de Paiva e no foral deste concelho, dado por El Rei D. Manuel no primeiro de Dezembro de 1513, estão já referenciados os seus direitos e obrigações.
Manuel de Castro Pinto Bravo, na sua monografia sobre o extinto concelho de Sanfins, também relatava o curioso “ costume seguinte “, entretanto desaparecido : quando outrora, não existindo cemitério na dita povoação de Cornes, da freguesia de S. Martinho de Espiunca, que tem a sua Igreja e cemitério na margem esquerda do Rio Paiva, morria algum paroquiano, o préstito fúnebre acompanhava o finado até á beira do Rio Paiva, onde havia uma barca de passagem que se encarregava de levar o féretro à outra banda. Aí, depois de embarcado o defunto, dele se apartavam e despediam, lacrimosos, os seus parentes e amigos, sendo que o familiar mais dedicado atirava para o caixão mortuário a sua moeda de cobre, para que o barqueiro da Espiunca fizesse o fúnebre transporte do corpo que ia ser dado à sepultura e para que não ficasse a sua alma a vaguear pelas margens tumultuosas do Paiva.
Consta-se que, muitas vezes, os cadáveres tinham de ficar na margem direita do rio, por não se permitir a passagem do barco, devido às cheias ou correntes impetuosas que no Inverno acontecem, pelo que a melhor opção, para não acontecer esta situação desagradável, foi construir um pequeno cemitério em Vila Viçosa, mantendo-se todavia, o hábito de lançar, para a urna, uma moeda de cobre, vestígio da passagem do Acheronte, um uso depois abandonado.
Já o lugar de Vila Viçosa, conforme destacava o relato de Simões Júnior, tem uma capela dedicada a S. Pelágio e à sua festividade concorriam procissões das freguesias vizinhas de Nespereira, Fornelos, Moimenta e Travanca.
Em 1297, o Bispo de Lamego, D. Vasco, por uma provisão, autoriza o contrato seguinte entre o Reitor de S.Martinho de Espiunca e o Mosteiro de Pendurada ( hoje Alpendorada ) permitindo a celebração da missa em Vila Viçosa : “ Que o dito André Johanes en sa vida diga, ou faça dizer Missa no dito lugar de Córnias de três em três Domingos, e que lhys dê hy o manifesto e a comuniom; salvo ás festas, em que os ditos homeens devem ir à dita Iygreia a ouvir as missas e a manefestar e a comungar “, in Viterbo Eluc.voc Abadengo.
No livro “ Elementos para a história de Castelo de Paiva “, Margarida Pinho escreveu que, “ pela reforma administrativa de 1835, Paiva pertencia ao Julgado de Arouca – tendo sido nessa época que Espiunca passou do concelho de Paiva para o concelho de Arouca, talvez por se encontrar mais perto deste “.
A passagem de Espiunca para o concelho de Alvarenga muitos anos antes, mas em data que se ignora, não foi pacífica, pois vimos que em 1789 os Oficiais do concelho de Alvarenga, com os homens bons da governança, mandar prender o barqueiro de Espiunca por desobediência às suas ordens e também pela fama de explorador e se Espiunca ainda pertencesse a Paiva, a Câmara de Alvarenga não tinha jurisdição.
Pinto Madureira, no número 248 da antiga Gazeta de Arouca, escrevia sobre as Festas de S. Pelágio e do Senhor dos Enfermos, as mais emblemáticas da paróquia: “ S. Pelágio é também muito festejado com todo o esplendor todos os anos, concorrendo ali procissões das freguesias vizinhas numa grande devoção, mas ainda não vai longe o tempo em que a festa dos Senhor dos Enfermos era feita com bastante brilho e ate grandesa, mas mais tarde os habitantes de Macieira e de toda a freguesia de Fornelos, lembraram-se de colocar ali em Macieira, uma imagem do Senhor dos Enfermos com grande estrondo e arrojo, o que veio a roubar à romaria de Seravigões, a maior parte dos festeiros e dos devotos, já pela novidade, de que o povo sempre gostou, já pelo sítio da romaria que é muito superior, já pelas grossas ofertas que ali começaram a cair todos os anos. Ainda assim, a festa de Seravigões, modesta como é, e deve ser, tornou-se digna e muito religiosa “. »
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Sport Lisboa e Benfica

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
O verdadeiro serviço público
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Dr. Palma Rita

« 1 - Motivos que levaram a avançar com esta candidatura em Vila Viçosa?
Fazer política significa influenciar a construção do futuro dos locais e seus contextos, sejam eles locais, regionais, nacionais ou mesmo mais amplos. Significa prosseguir uma missão de serviço público, de contributo para a construção de um futuro colectivo, colocando ao serviço do interesse comum as capacidades individuais.
Fazer política significa ter desprendimento, não depender da política para sobreviver economicamente, não entender a política como veículo de promoção pessoal. Significa não ser oportunista, mas sim aproveitar a oportunidade de contribuir para a construção de um futuro mais risonho para os nossos filhos.
Fazer política significa colocar ao serviço do futuro coletivo a experiência acumulada em contextos mais vastos e complexos. Significa não estar dependente dos benefícios, mas antes ter construído uma sólida carreira profissional que pode ser mobilizável para uma causa que pretende contribuir para a construção de um futuro melhor.
A decisão de intervenção política no município de Vila Viçosa só acontece depois de garantido o desprendimento e não dependência da mesma actividade, que só se conseguem com autonomia profissional e económica da actividade política de quem já atingiu as posições de topo dos seus percursos profissionais e considera que o contributo da experiência adquirida poderá ser relevante para o concelho onde praticamente nasceu, cresceu desde os poucos meses de idade, estudou e residiu e sempre esteve próximo.
2 - O que é um bom resultado nas próximas eleições? O facto de viver em Évora beneficia ou prejudica as expectativas de um bom resultado?
Sou de Vila Viçosa para todos os efeitos, pois os meus pais já trabalhavam naquele concelho quando nasci (no concelho de Alandroal), tendo crescido em Vila Viçosa desde os poucos meses de idade, frequentado o ensino primário, preparatório e secundário, primeiro nas antigas instalações das cocheiras do Paço Ducal (local onde o meu avô paterno foi militar) e mais tarde nas novas instalações daquela que é hoje a Escola Secundária Públia Hortência de Castro, que com os meus colegas inaugurámos já no 12º ano de escolaridade.
Resido oficialmente em Évora por motivos profissionais mas sempre mantive as ligações e os laços a Vila Viçosa onde residem os familiares ascendentes meus e da minha esposa, pelo que a frequência de deslocações foi sempre pelo menos semanal ao longo dos anos, quer para visita aos familiares, quer para transporte dos filhos para casa das avós durante os períodos de interrupção escolar.
A questão da pertença e da identidade calipolense é por isso uma falsa questão.
As expectativas quanto ao resultado eleitoral autárquico são animadoras pelo facto de a CDU já ter tido tempo mais que suficiente para desenvolver as suas soluções para Vila Viçosa (12 anos), sendo o momento de dar lugar a projectos alternativos.
Tal significa que, se os calipolenses decidirem confiar numa alternativa segura e credível para gerir os destinos do município nos próximos anos, o PSD estará pronto a assumir a confiança nele depositada de, através de uma equipa jovem, com competências diversas e complementares, dirigir o executivo municipal e proporcionar as condições de mudança necessárias à construção de um futuro diferente e mais promissor para o concelho de Vila Viçosa e seus habitantes.
No entanto, se os calipolenses considerarem, por qualquer outra forma de expressão, que a presença do PSD na composição do executivo municipal se revela determinante para contribuir no processo de construção do futuro do concelho, os eleitos em listas do PSD não enjeitarão as suas responsabilidades nem a confiança que os eleitores neles depositarem e tudo farão para, de uma forma articulada e coerente ao nível dos vários órgãos autárquicos (freguesias, Assembleia Muncipal e Câmara), assumirem o seu mandato até ao fim, numa perspectiva de continuidade e de construção de soluções de futuro para o concelho, propondo e defendendo em todos os palcos as soluções que considerem mais adequadas e que respeitem os seus programas eleitorais aos diversos níveis.
3 - Vila Viçosa já foi uma câmara gerida pelo PSD. Pode voltar a ser em 2009? Como é que a candidatura foi aceite pela concelhia do PSD?
Vila Viçosa é um concelho cuja população revelou sempre aos longo de todos os actos eleitorais desde 1974 saber distinguir claramente qual o objectivo e as consequências de cada um dos diferentes actos, símbolo de elevada maturidade política.
Tal maturidade foi determinante em eleições autárquicas que deram crédito a opções políticas do PSD traduzidas em propostas eleitoriais apreciadas favoravelmente pelos calipolenses.
A experiência então vivida pela gestão do PSD na Câmara Municipal ainda hoje está registada na memória dos calipolenses que sentem algum desânimo e mesmo frustração pela estagnação que se foi instalando a partir dessa experiência, fruto do cansaço e do esgotamento do projecto da CDU ao fim de 12 anos, o qual nunca foi suficientemente ousado, diga-se.
Neste contexto, justifica-se claramente, sem choque nem radicalismos, que outros projectos, outras ideias e outras perspectivas de futuro (nomeadamente do PSD, que já provou ser capaz e competente) possam merecer a confiança dos calipolenses ao fim de 12 anos de mandatos da CDU que, tendo realizado o que podia de acordo com as suas opções, perdeu efectivamente a dinâmica necessária à construção do futuro, antes se limitando à gestão e manutenção do poder, o que significa estagnação.
As estruturas concelhias do PSD procuraram o perfil de candidato que consideram mais ajustado à corporização de um projecto de mudança autárquica. Seguiram os procedimentos internos estipulados no partido e obtiveram dos militantes do PSD de Vila Viçosa a aprovação da sua opção, com o consequente envio da proposta para os órgãos decisórios a quem compete, aos níveis regional e nacional a validação das opções locais.
4 - Nas ultimas autárquicas tiveste enquanto cabeça de lista à AM de Évora um papel importante na candidatura do PSD. Tens liderado a intervenção política do PSD no concelho. O facto de ires para Vila Viçosa tem a seguinte leitura: o actual vereador ficou mais isolado. Concordas com isso?
Como primeiro eleito nas listas do PSD à Assembleia Municipal de Évora nas eleições autárquicas de 2001 e liderando um grupo municipal de apenas 2 membros eleitos entre 21, considero ter contribuido de forma positiva para a revitalização do "grau zero" a que o PSD se reduziu naquele acto eleitoral.
O esforço traduziu-se numa insistente e consistente afirmação de propostas credívelmente contributivas para o concelho de Évora. Os eborenses reconheceram tal esforço através de uma aposta no PSD nas eleições autárquicas de 2005, nas quais o PSD foi o único partido a crescer na Assembleia Municipal (+19%), bem como na Câmara Municipal (+40%), traduzido na eleição do vereador António Dieb, então Presidente da CPS de Évora e hoje Presidente da Distrital.
Ora, se é verdade que o trabalho dos eleitos do PSD à Assembleia Municipal foi mais intenso no mandato de 2001-05 para colmatar a ausência do PSD no executivo municipal. já no actual mandato a mesma intervenção tem resultado mais aliviada, em contrapartida ao trabalho desenvolvido pelo vereador António Dieb que representa o PSD na Câmara Municipal de Évora.
Diga-se que o vereador do PSD, hoje fiel da balança na Câmara de Évora desenvolveu ao longo deste mandato um notável trabalho, isento, ponderado, sempre associado às necessidades do concelho e ao apoio às soluções que considera mais adequadas para as mesmas. Nunca em Évora algum vereador em igual posição política se havia confrontado com igual complexidade de mandato, nem havia revelado a habilidade, responsabilidade e espírito de construção que António Dieb demonstrou ao longo dos últimos 4 anos, prestigiando o PSD ao nível que hoje é amplamente reconhecido e que indicia merecer um substancial acréscimo da confiança do eleitorado eborense no próximo acto eleitoral autárquico.
O PSD do concelho de Évora parece estar no bom caminho, a avaliar pelos mais recentes anos, podendo tais modelos de prática política ser estendidos e alargados a outros concelhos do distrito de Évora, na mesma linha de integridade, espírito de dedicação, isenção e capacidade de intervenção que o PSD tem vindo a construir a partir de Évora e que servirão certamente de inspiração aos candidatos no próximo acto eleitoral autárquico. Estarei na linha da frente da sua adopção e prática, em Vila Viçosa.»








